| Marcos
Túlio assume o Confea
Políticas
públicas e formação profissional
estão entre as prioridades
Marcos
Túlio de Melo (54 anos); Engenheiro civil formado pela
UFMG. Pós-graduado em Engenharia Econômica, presidiu
o Crea-MG de 2000 a 2005. Foi conselheiro federal e, em 1997,
ocupou interinamente a presidência do Confea. Veja abaixo
alguns de seus posicionamentos em entrevista à Revista
Crea-BA.
Sistema ágil
"Nosso sistema profissional foi criado há 70 anos
e muita coisa precisa ser atualizada. Mas, além das
questões legais, vamos criar condições
internas para promover um choque de gestão que consiga
reduzir a burocracia e agilizar todos os procedimentos internos,
buscando a eficiência e a eficácia de nossas
ações."
Visibilidade nacional
"Buscaremos a consolidação do Confea como
referência da discussão das políticas
públicas junto ao governo federal, Poder Legislativo
e sociedade civil. Essa é uma ação macro
que repercutirá na valorização de nossas
profissões."
Formação profissional
"Estaremos apoiando as iniciativas das entidades e instituições
de ensino que busquem o aperfeiçoamento profissional.
Também recolocaremos na pauta a discussão sobre
o ensino, buscando formas efetivas de participação
na avaliação de sua qualidade, bem como nos
processos de abertura de novos cursos junto ao MEC. Por fim,
estaremos estimulando a participação de recém-formados
e das mulheres em todas as instâncias do sistema."
Mudanças continuam
"Nossa gestão será uma continuidade das
mudanças que vêm ocorrendo em todo o sistema
nos últimos anos. Alguns projetos serão redirecionados,
outros mantidos. Em todos eles, buscaremos mais agilidade,
com participação efetiva dos Conselhos Regionais
e das entidades. A democracia e a ética farão
parte de nossa prática diária."
Relação com os
Creas
"O
sistema não funciona só em Brasília,
mas em todo o País. E são os conselhos regionais,
através de sua direção, plenário
e inspetorias, que estabelecem a relação direta
com os profissionais e com a sociedade. Por isso trabalharemos
de forma integrada em nível nacional e regional.”
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