Temas como mercado de trabalho, exercício ilegal, formação e ensino superior, e Projeto Pensar Brasil foram amplamente debatidos durante .
O presidente Jonas Dantas destacou a relevância da participação no encontro considerado o mais representativo do setor no estado. Ao pontuar a abrangência da área tecnológica, responsável por congregar mais de 900 mil profissionais (na Bahia são mais de 35 mil), Dantas argumentou que, para que o País cresça com dignidade, é preciso haver um projeto focado na redução das desigualdades sociais. "Nós representamos o segmento tecnológico e podemos contribuir de forma qualificada para a construção de uma nação mais igualitária. Não podemos abrir mão dessa participação. Precisamos Pensar o Brasil em sua totalidade. Suas demandas rural e urbana".
Ao abordar a importância do engajamento de todos (profissionais, entidades e estudantes) nos congressos, o presidente do Confea, Marcos Túlio de Melo, enfatizou a união das categorias em torno de objetivos comuns: a valorização das profissões e a contribuição efetiva do segmento tecnológico para o desenvolvimento do País. "Esse é o grande desafio da nossa categoria. Nos últimos 30 anos, assistimos a uma degradação da área tecnológica, sobretudo com a desvalorização de nossas profissões. Essa é a hora de mudar", avaliou Túlio de Melo. Para a coordenadora do evento, engenheira agrônoma Maria Higina Nascimento, o 6º CEP se configurou num momento essencial onde se discute um pacto social coletivo.
Entre as propostas a serem levadas para a etapa nacional do evento estão a promoção de políticas de valorização profissional e a aprovação junto ao Congresso Nacional, das leis de assistência técnica e criminalização do exercício ilegal da profissão.