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GT de Desenvolvimento Sustentável discute aspectos gerais da Renca

Reunião aconteceu na sede do Crea-BA na manhã desta quarta (11)

11/10/2017

 

A Reserva Nacional de Cobre e Associados (Renca), foi a pauta da palestra apresentada nesta quarta-feira (11), na reunião do GT de Desenvolvimento Sustentável do Crea-BA. O geólogo e engenheiro mecânico Antônio Carlos Machado Matias, explanou os aspectos gerais da Renca, passando desde a sua criação até o cenário atual. Machado trouxe pontos positivos e negativos da atividade de mineração na região.

Um tema que repercutiu no mundo todo e causou muita polêmica foi o decreto, e posteriormente, a revogação do documento que extingue a Renca. O geólogo defende que a área seja aberta para mineração. “Não posso falar sobre o que pensa toda comunidade de geologia, mas nas universidades em que estou e entre pessoas que discuto o assunto, defendemos que o uso é necessário, porém de forma sustentável”, pontuou.

Machado também apresentou para o GT o posicionamento dos que são contra a atividade na reserva. Dentre eles, é defendido que a mineração vai devastar a floresta, poluir com mercúrio, atrair atividade devastadora no seu entorno e haverá extração sustentável dos povos locais. Mas Machado defende que a utilização do mercúrio é apenas para exploração ilegal, segundo ele, as empresas não utilizam esse elemento.

A Renca

A Reserva Nacional de Cobre e Associados (Renca), foi criada no final da Ditadura Militar, em 1984. É uma área de reserva mineral com extensão maior que a Dinamarca e está situada no nordeste da Amazônia, entre os estados do Pará e Amapá com jazidas de ouro, cobre, titânio e outros que são considerados minerais nobres.

 

Bruna Valente 

 

 

Estagiária Ascom 


 

Fonte: Ascom Crea-BA

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Edição 57 | 2017


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